Uma nova lei entra em vigor no dia 14 de julho e pode afetar diretamente quem tem proteção veicular. A regra determina que todas as associações de proteção veicular devem estar cadastradas na Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Quem não estiver regularizado até essa data pode perder a cobertura.
Isso porque, segundo a Lei Complementar nº 213/2025, todas as associações de proteção veicular precisam estar devidamente registradas na SUSEP até segunda-feira para continuar operando legalmente.
Ou seja, se você depende da proteção veicular para seu carro ou moto, é bom verificar se a associação que você contratou está dentro da nova exigência. Caso contrário, a dor de cabeça pode vir justo na hora em que você mais precisar.
Seguro x Proteção Veicular atualmente: qual a diferença, afinal?
Você já deve ter ouvido os dois nomes por aí: seguro e proteção veicular. Parece tudo igual, né? Mas ó… tem diferença sim — e é grande.
1. Seguro tradicional
É oferecido por seguradoras regulamentadas pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Isso significa que tem regras claras, fiscalização do governo e um contrato bem amarrado.
Você paga mensal ou anualmente, e tem direito a indenização garantida se der ruim (roubo, batida, incêndio, etc.). Também costuma ter assistência 24h, carro reserva, guincho, e por aí vai. É mais caro? Geralmente sim. Mas também é mais seguro (trocadilho 100% intencional 😏).
2. Proteção veicular
É oferecida por associações ou cooperativas, sem fins lucrativos. A ideia é “todo mundo ajuda todo mundo”. Se acontecer algo com seu carro, a grana pra indenizar sai do rateio entre os associados.
O valor mensal é mais baixo e cobre praticamente as mesmas coisas. Só que,atualmente: não é regulado pela SUSEP. Ou seja, se der problema, você não tem a mesma segurança jurídica. E agora tem lei nova chegando que pode afetar essas associações se elas não se adaptarem.






