Na análise de longa duração com o BYD Dolphin, a Quatro Rodas (<<Leia a matéria completa no link) constatou que o custo de uso do veículo elétrico é significativamente menor em comparação a um hatch 1.0 convencional.
Principais dados
- Até o momento da apuração, o Dolphin acumulou R$ 7.453 em recargas, com um custo de R$ 0,27 por quilômetro rodado.
- Em comparação, o hatch 1.0 (Citroën C3 1.0) da frota havia consumido R$ 11.724 para rodar 28.569 km, o que corresponde a aproximadamente R$ 0,41/km.
- Isso representa uma economia de cerca de 34% para o carro elétrico em relação ao veículo a combustão.
Fatores que contribuíram
- Parte relevante das recargas foi realizada em estações gratuitas ou via carregamento residencial, o que reduz o custo médio real prático do uso do elétrico.
- No uso residencial, com energia solar ou tomada comum de 220 V, o carregamento demorou entre 8 h e 10 h (dependendo da carga restante) para completar de ~30-50% até ~85-95%.
- A eficiência medida: em determinado mês, o Dolphin fez 6,9 km/kWh com ~81,6% de uso urbano; desde janeiro/24, média de 6,3 km/kWh com ~49,7% de uso urbano.
Observações importantes
- Mesmo com os carregamentos em “rápido” (valor médio de cerca de R$ 2,50 por kWh) a economia foi expressiva.
- O artigo ressalta o impacto positivo de carregamentos gratuitos ou a partir de energia solar, reduzindo ainda mais o custo real do quilômetro rodado.
- Há menção também ao sistema de recarga do veículo: perdas inerentes ao carregador onboard, inversor e sistema de arrefecimento da bateria influenciam o custo final.
Conclusão
Segundo a Quatro Rodas, o BYD Dolphin mostra um custo de uso bem atrativo — cerca de R$ 0,27 por km — quando comparado a veículos a combustão, e esse diferencial tende a aumentar se o proprietário tiver acesso a recargas gratuitas ou utilizar energia solar residencial. Isso reforça o argumento da economia prática dos elétricos em uso urbano/diário.





